Especial do Tri: 'Allianz Parque 100%' pulsa na Copa e torcida lava a alma
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da bwin: Quem diria que muitos daqueles mais de 33 mil aflitos presentes no Allianz Parque em 7 de dezembro de 2014, vibrando pelo rádio com um gol do Santos contra a queda, estariam na mesma arquibancada quase 365 dias depois para uma final nacional, justamente contra o… Santos! De 19 de novembro de 2014 a 2 de dezembro de 2015, mais de 1,1 milhão de palmeirenses giraram a catraca do novo estádio. Média de cerca de 29,8 mil por partida desde a inauguração, mesmo número registrado em casa na Copa do Brasil.
Mais de R$ 83 milhões foram gastos em bilheteria pelos torcedores que, principalmente na Copa, transformaram o Allianz Parque naquele caldeirão dos bons tempos de Palestra. Em jogos de mata-mata, não há como questionar o desempenho em casa: sete vitórias e um empate. Quando o jogo decisivo foi no Parque… 100% de êxito, contra Botafogo-SP, pelo Paulistão, Sampaio Corrêa, Internacional, Fluminense e, claro, Santos.
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da betcris: “O torcedor fez uma parceria maravilhosa conosco e isso nos ajudou muito. Às vezes, as adversidades chegam para nos fortalecer mais ainda”, Marcelo Oliveira
O 38º jogo na arena, diante do Alvinegro, confirmou também o primeiro título palmeirense no novo estádio, que faz o Verdão ter 68,4% de aproveitamento no geral em seus domínios. Pela 11 vez na história, o Palmeiras deu uma volta olímpica diante da torcida, no Palestra. E que volta olímpica!
A Copa do Brasil, a primeira da nova era da casa alviverde, se junta à Libertadores de 1999, Mercosul-98, Rio-São Paulo-33 e Paulistas de 1920, 1926, 1933, 1936, 1976, 1996 e 2008: o grito de campeão ecoou no estádio!
A arena, em 2 de dezembro de 2015, viveu um dia que será lembrado para a eternidade. O dia em que ela foi “abraçada”, com milhares de pessoas dentro e outras milhares fora desde as primeiras horas da tarde. Poucas vezes em sua história, o Palmeiras contou com tamanha interação de seus torcedores, unidos pelo objetivo de buscar o título. Se disserem que a bola no segundo gol de Dudu ou no pênalti para fora de Marquinhos Gabriel teve sua trajetória alterada “no grito”, acredite. O Allianz Parque jogou junto com o Verdão na final da Copa do Brasil. Quem estava na Rua Palestra Italia amontoado e feliz da vida também. Uma noite histórica.
O estádio encerra suas atividades em 2015, futebolisticamente falando, da maneira que o palmeirense sonhou, com um grande título. A nova casa tem tudo para seguir cheia em 2016, ano em que a Copa Libertadores voltará a visitar a região mais alviverde de São Paulo – desde 2009 o Palmeiras não disputa o torneio dentro de seus domínios.
Foram 67 bolas mandadas para a rede (35 contra), sem contar as cobranças por pênaltis, em pouco mais de um ano de arena. Nenhuma tão saborosa quanto a bomba de Fernando Prass que estufou o canto esquerdo de Vanderlei e decretou o tri da Copa.
A Rua Palestra Itália voltou a respirar futebol depois de mais de quatro anos “fechada”. Voltou a respirar Palmeiras. Melhor do que isso, a respirar Palmeiras campeão.
MATA-MATA NO ALLIANZ PARQUE
12/4 – Palmeiras 1×0 Botafogo – Paulistão – 35.437 pagantes
26/4 – Palmeiras 1×0 Santos – Paulistão – 39.479 pagantes
12/5 – Palmeiras 5×1 Sampaio Corrêa – Copa do Brasil 24.443 pagantes
27/5 – Palmeiras 0x0 ASA-AL – Copa do Brasil – 17.212 pagantes
19/8 – Palmeiras 2×1 Cruzeiro – Copa do Brasil – 24.889 pagantes
30/9 – Palmeiras 3×2 Internacional – Copa do Brasil – 33.991 pagantes
28/10 – Palmeiras 2 (4) x (1) 1 Fluminense – Copa do Brasil – 38.562 pagantes
2/12 – Palmeiras 2 (4) x (3) 1 Santos – Copa do Brasil – 39.660 pagantes
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